O presidente e o 1º vice-presidente da Associação do
Comércio de Joias, Relógios e Óptica do Rio Grande do Sul (Ajorsul), Celso
Stürmer e Eduardo Machado, respectivamente, acompanharam, nesta segunda-feira,
a reunião da Comissão de Combate à Informalidade da Fecomércio-RS, em Porto
Alegre. Durante a reunião, o coordenador da Comissão e vice-presidente da
Fecomércio-RS, André Roncatto, lembrou que o trabalho está sendo intensificado
no interior do Rio Grande do Sul, onde ocorrem avanços práticos no combate ao
comércio ilegal.
O encontro teve a participação do deputado federal Alceu
Moreira (PMDB), que falou a respeito de algumas medidas a serem tomadas para
combater o contrabando. Ele informou que o Brasil perde, anualmente, cerca de
R$ 115 bilhões com o crime do contrabando e é preciso que a organização e a
inteligência estejam a serviço do combate a este tipo de ação ilegal. Na
opinião do parlamentar, os enfrentamentos ao ilícito precisam ser feitos de
forma institucional e no âmbito federal.
Celso Stürmer e Eduardo Machado enfatizaram que o comércio de produtos oriundos
de contrabando gera prejuízos irreparáveis aos setores de relojoaria, óptica e
joias. Segundo o presidente da Ajorsul, a prática ilegal produz concorrência
desleal que ocasiona a diminuição da receita dos lojistas e o aumento do
desemprego. “Defendermos a união dos setores para combater o contrabando dos
produtos e a Ajorsul está à disposição para atuar neste sentido”, afirmou
Stürmer. Para os dirigentes, as mercadorias ilegais representam uma
concorrência injusta para os varejistas devidamente legalizados, além de não
darem nenhum retorno tributário aos municípios. Além disso, produtos piratas
prejudicam a saúde do consumidor.

























