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Secretário agenda vistoria para tentar resolver problema crônico de rua submersa na Rondônia

Rua Bertoldo Rech tem histórico de alagamentos e de pedidos não atendidos

15 de Janeiro, 2015 às 09:56

Histórico da Rua Bertoldo Rech, que fica a 500 metros do Centro Administrativo Leopoldo Petry

Os moradores da Rua Bertoldo Rech já sabem: se choveu um pouco mais forte em Novo Hamburgo vão ter problemas para chegar em casa. A via localizada no bairro Rondônia, a cerca de 500 metros do Centro Administrativo Leopoldo Petry, tem um histórico de alagamentos, problemas não resolvidos e um agravante: prejuízos. Veio água demais, a rua fica submersa. Essa sucessão de pequenos dramas pode estar chegando ao fim. O titular da Secretaria Municipal de Obras Públicas e Serviços Urbanos (Semopsu), Enio Brizola (PT), agendou uma vistoria ao local, para averiguar o caso pessoalmente e encaminhar providências. A previsão é que ele visite a rua amanhã.

Recebi manifestações de moradores da Bertoldo Rech após mais um episódio de alagamento, registrado na semana passada – no mesmo dia em que o estacionamento do supermercado BIG foi tomado pelas águas. “Não sabemos mais a quem recorrer. Já fizemos diversos pedidos na Câmara e na própria Prefeitura, ocorreram reuniões, mas seguimos com a rua ficando alagada”, relata uma moradora. Ela repassou uma lista onde constam diversos Pedidos de Providências encaminhados por vereadores desde a última administração. Estão lá registrados pedidos dos ex-vereadores Carmen Ries e Jesus Martins e dos atuais vereadores Inspetor Luz, Patrícia Beck e Issur Koch e Naasom Luciano.

O problema é de conhecimento da administração há muito tempo, mas não se tem uma solução definitiva. “Eles já vieram aqui com a patrola, retiraram a areia da rua, mas jogam num terreno baldio. Só que na primeira chuva a água arrasta toda areia de volta pra via e vai entupindo as bocas de lobo”, lamenta a hamburguense. “E o problema não acaba quando a água vai embora: depois fica aquela terra acumulada e fedorenta, sendo que tem crianças que passam e até brincam por ali”, descreve.

A moradora destaca que uma das soluções seria asfaltar a Bertoldo Rech. Outra alternativa seria manter uma rotina de limpeza constante dos bueiros. “Eu moro aqui há uns cinco anos, mas o problema é mais antigo. Os moradores de mais tempo estão desacreditados e parecem se conformar com a rua ficar submersa”, relata. “No ano passado fomos informados que viria um caminhão sugador limpar os bueiros. Estamos esperando”, completa.

Detalhe: a rua tem um agravante. Ela fica numa parte mais baixa, numa espécie de bolsão, acumulando a água que vem da parte alta do bairro Rondônia e também da água que escorre da Rua Guia Lopes e do Centro Administrativo Leopoldo Petry. Mas exatamente por estar numa posição “delicada” já deveria ter recebido atenção especial. Vamos ver qual solução será apontada pelo secretário Brizola.

PS: No vídeo a seguir feito por uma moradora, a partir dos 23 segundos, aparece um menino no meio da rua com um pedaço de pau tentando limpar em vão uma boca de lobo. Enquanto isso, a rua está submersa. https://www.facebook.com/video.php?v=1534557846755752&set=vb.100006046548903&type=3&theater

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