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NOVO HAMBURGO

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Obras no Hospital Municipal apresentam problemas técnicos e empresa pede rescisão contratual

A Secretaria Municipal da Saúde reitera que a estrutura não está comprometida

29 de Julho, 2022 às 18:27

Obras de ampliação seguem paralisadas e sem previsão de retomada. Divulgação

O Hospital Municipal de Novo Hamburgo está tendo, mais uma vez, problemas com obras de ampliação e e qualificação da sua estrutura.


Desta vez, são as melhorias envolvendo o novo refeitório, a cozinha e a ampliação da maternidade do Hospital Municipal.


Apuração realizada pelo Portal Martin Behrend, a partir de relatos de fontes, indicaram que a obra está parada e vivendo um impasse sobre a sequência dos trabalhos. "Estamos preocupados com a situação da obra e do que ouvimos a respeito, pois não está claro se existe risco para quem circula pelo local", relatou uma servidora da casa de saúde, que pediu para não ser identificada.


A reportagem também conversou com uma pessoa envolvida na obra, que relatou a aparição de problemas na execução do projeto.


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PREFEITURA


A partir da apuração da reportagem, a Prefeitura de Novo Hamburgo foi questionada sobre a situação da obra.


Foi enviado o seguinte posicionamento:


“Diferentemente das obras do Anexo II, que tiveram recursos necessários captados nesta Administração e licitação também realizada na atual Administração, as obras envolvendo o novo refeitório, cozinha e ampliação da maternidade do Hospital Municipal foram licitadas em 2016. Na oportunidade, foram utilizados três fontes diferentes de recursos (uma atrelada a outra), gerando um grande transtorno desde seu início.


Atualmente, a obra não está embargada. Os trabalhos foram interrompidos no início da pandemia, pois o canteiro de obras foi utilizado para abrigar as tendas de atendimento do Centro Covid e o espaço físico do primeiro pavimento como depósito de produtos utilizados no hospital. Hoje, seguem paradas.


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No último dia 4 de julho, a empresa Portotec Construtora, que realizava a obra, informou à Prefeitura que não tem mais interesse em dar continuidade aos serviços por razões econômicas e pediu a rescisão contratual, que está sendo avaliada pelo Executivo. Se aceita, um novo processo licitatório terá que ser aberto.


Enquanto a obra era realizada, o setor de engenharia da Secretaria Municipal de Saúde em fiscalizações ao local constatou problemas na execução dos trabalhos pela empresa contratada e prontamente a notificou para a correção de tais falhas, como na concretagem e no alinhamento de pilares. A contratada vinha realizando as correções. Uma nova vistoria para verificar as condições dos pilares será feita pela engenharia da SMS.


No entanto, a SMS reitera que a estrutura não está comprometida.


A obra não tem data para ser finalizada, tendo em vista que terá que passar por uma reavaliação de engenharia e de orçamentos. Os valores investidos serão de mais de R$ 1 milhão.”


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CASO ANTERIOR


Um outro caso envolvendo obra paralisada no Hospital Municipal ocorreu há mais de dez anos


Neste caso, foram melhorias iniciadas no governo do estão prefeito Jair Foscarini (in Memoriam), que foram interrompidas no governo do seu sucessor, Tarcísio Zimmermann (PT). Foram denúncias que fizeram muito barulho e revelaram pouca coisa, mas que retardaram a evolução dos trabalhos em cerca de dois anos.


À época, os pacientes foram os grandes prejudicados pela paralisação das obras, numa postura que ficou marcada pela politicagem.

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